Não se trata de ter bandido de estimação mas sim de não ser muito burro nem cínico

Celebrar e comemorar a suspensão do mandato de Eduardo Cunha equivale a mais uma vez fazer exatamente o que o petismo e todo o resto da esquerda esperam e desejam, como muitos fizeram ao longo de quase dois anos de movimento pró-impeachment. E para quem cede facilmente ao clichê e ao bordão que diz  “não tenho bandido de estimação”, vale lembrar que não se trata aqui da estima ou não por um suposto bandido, mas sim de perceber como o petismo conduziu o país a um regime de estado autoritário em que um único poder da república, formado por pessoas não eleitas, passou a ser o poder absoluto e incontestável para determinar os rumos da nação. Esse é o primeiro passo para o autoritarismo pleno, resultante da delinquência institucional que o petismo criou justamente para esse propósito. Daqui a pouco iremos postar um vídeo com uma análise mais detalhada dos episódios de hoje.


 

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Sobre paulo eneas

Analista político e editor do Jornal Crítica Nacional
Esse post foi publicado em painel crítica nacional. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para Não se trata de ter bandido de estimação mas sim de não ser muito burro nem cínico

  1. RS disse:

    Meu caro, a visão estratégica das pessoas é muito tosca, se é que existe.

    Parabéns pela análise.

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